Big Data, Jornada do Consumidor, eficiência

Como o Big Data pode ajudar na jornada de compra do consumidor?

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Tempo de leitura: 3 minutos

A Jornada do Consumidor refere-se à seleção, compra e consumo de bens e serviços que satisfaçam o desejo do usuário. Há diversos fatores que influenciam essa jornada, tais como o meio social, cultural, pessoal e psicológico. Para ajudar a descobrir os anseios desses consumidores o Big Data é uma rica fonte de informação, que pode te ajudar a descobrir os desejos e demandas do seu público alvo.

Existem diferentes processos envolvidos no comportamento dos consumidores. Inicialmente o consumidor está no estágio de seleção dos produtos e serviços que futuramente consumirá. Após selecionar os produtos, o consumidor faz uma estimativa do orçamento disponível. Por último, ele analisa os preços vigentes e toma a decisão sobre as mercadorias que ele consumirá.

Nesse sentido, as organizações que já usaram o Big Data melhoraram a sua eficiência operacional, cresceram suas receitas e capacitaram novos modelos de negócios.

Mas, como a Big Data pode ajudar o meu negócio?

1 – Tudo está evoluindo tão rápido que é praticamente impossível saber quais as ferramentas, plataformas e metodologias será melhor para os próximos cinco anos.

No entanto, o Big Data será o grande trunfo das empresas. Sistemas de transações on-line, seleção e escolha de produtos, se tornarão mais eficientes e mais inteligentes, seja de forma física ou na nuvem, como por exemplo, prever a próxima compra do consumidor, baseado no histórico das buscas feitas na Internet. Por isso, é importante ter uma plataforma de BI (business intelligence) que se conecte a uma grande variedade de formatos.

2- Qual é a necessidade da sua organização, Hadoop (sistema de armazenamento de dados) ou um Data Warehouse (sistema de análise de dados)? Você já pensou que ambos podem trabalhar juntos? O Hadoop, por exemplo, é fraco em consultas interativas e gerenciamento de dados, mas é excelente para dados brutos, não estruturados e complexos.

Juntos, eles formam uma relação simbiótica. Imagine, por exemplo, que os dados podem ser usados para projetar suas necessidades de estoque para o próximo ano. O conjunto de dados é provavelmente enorme e há pouco tempo para modelá-lo, reestruturá-lo, ou de outra forma prepará-lo para o Data Warehouse. Ao integrar esse processo, o Hadoop intensifica o armazenamento e refinamento dos dados e envia uma amostra para o Data Warehouse.

3 – Se engana quem pensa que para extrair os dados do Big Data é necessário um profissional da área tecnológica focado 100% do tempo. Muitos dos dados podem ser encontrados em tempo hábil, apenas observando essas informações.

Quando se trata de grandes dados, a visualização também incentiva a interação com outros dados. A análise visual permite que você faça duas coisas a qualquer momento, como:

  • alterar os dados que você está olhando, pois diferentes questões, muitas vezes, exigem dados diferentes
  • mudar a maneira como você olha para esses dados, porque cada visão pode responder a questões diferentes.

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Isso é chamado de Ciclo de Análise Visual: você recebe os dados, os visualiza, faz perguntas referentes a essas informações e as responde de forma cíclica. Com isso, você consegue se aprofundar muito mais na informação e desenvolver novas metodologias para acelerar as ações de negócios.

4 – O Big Data permite que você entenda todo o processo da jornada do consumidor e com isso crie novos insights para o seu negócio. Por exemplo, é possível mandar uma mensagem via SMS para um potencial cliente, com uma promoção de sua loja, no momento em que ele entrar no shopping.

Segundo uma pesquisa chamada “O valor do Big Data” (MADSEN, 2013), diz que o “Big Data, é como a iluminação elétrica, ilumina cantos anteriormente apagados”.

5 – Cada conjunto de dados pode fornecer um valor e juntos eles podem ser potencializados. Na indústria de bens de consumo, por exemplo, as empresas podem obter uma compreensão completa do comportamento do cliente, misturando dados de sentimento com dados de compra. Como por exemplo, os cartões fidelidade, que proporcionam uma rica quantidade de informação. Ao analisar esses dados é possível entender os produtos mais comprados, antecipar os produtos mais populares e descobrir novas tendências.

6 – O Big Data é muito valioso,  por isso antes de captar os dados é necessário verificar os padrões de legalidade e privacidade. É importante lembrar que as leis variam para cada país. Por isso, antes de iniciar a captação dos dados é necessário avaliar as normas, políticas e práticas, para que antes de atingir o objetivo analítico, essas informações sejam legais. No blog Excelência em Pauta, Você poderá encontrar mais informações sobre Governança de Dados, sendo essa a “vertical” a qual trata em detalhes sobre esse tema.

Selecionar, organizar e interpretar essas informações, além de permitir a otimização e melhoria dos processos e metodologias de negócios, permite produzir uma melhoria na experiência de compra do consumidor.

Quer saber mais sobre como o Big Data, a Excelência Operacional, o Business Intelligence e o Marketing Digital podem te ajudar a melhorar os processos e a lucratividade da sua empresa?! Entre em contato e solicite mais informações.

Edição: Fernanda Toyomoto – Jornalista

About Otávio Monsanto de Paula

Profissional de Excelência Operacional e Business Intelligence! Blog: Excelência em Pauta.com.br
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