Tendências de marketing digital em 2018 exigem atenção aos resultados

Sete tendências do marketing digital em 2018

Like
Like Love Haha Wow Sad Angry
Tempo de leitura: 5 minutos

Final de ano chegando, você já fechou o orçamento de marketing? As previsões apontam que 2018 vai ser um ano de consolidação de várias tecnologias e estratégias. Novos recursos de marketing digital também terão destaque, ampliando o leque de oportunidades. O desafio é compreender quais instrumentos serão úteis para cada tipo de negócio e como implantá-los de forma a mensurar corretamente os resultados. Confira quas são as principais tendências do marketing digital para 2018.

O marketing digital se baseia no direcionamento de ações. A comunicação massiva está em obsolescência, não atende as necessidades de negócios especializados. No entanto, inovar por inovar não é a resposta correta. As transformações precisam estar em sintonia com os objetivos estratégicos da empresa e apresentar resultados tangíveis.

Listamos a seguir algumas das tendências que ajudam a prever o que terá destaque em marketing digital no próximo ano. Lembre-se: na elaboração do planejamento de 2018, o fator mais importante a ser considerado é a capacidade de justificar investimentos a partir do retorno em conversões de valor. Tecnologia sem excelência operacional não se justifica!

1. Conteúdo segue sendo a chave do marketing digital. Mas não é qualquer conteúdo!

Se o conteúdo suplantou a publicidade no marketing digital, ele também ocasionou uma avalanche de informações em texto. O consumidor, por isso, exige conteúdos mais criativos, em diferentes formatos. A personalização também é fundamental, e a automatização em marketing abre um campo imenso para essa estratégia.

O conteúdo precisa estar centrado no cliente, e ferramentas que permitem acesso dinâmico podem ser imprescindíveis para isso. É necessário enviar para o potencial cliente informações que atendam a suas buscas, que respondam a suas perguntas. Um conteúdo inteligente tem o poder de oferecer ao consumidor os dados que ele necessita para fechar um negócio. Essa é a estratégia mais eficiente para converter leads, criando engajamento e facilitando o marketing de influência.

No desenvolvimento do conteúdo, o foco debe ser criar diálogo com a buyer person, para que ela passe a confiar na marca. Para isso, a informação deve ser sempre atual e autêntica. Também é preciso evitar o excesso. A necessidade de filtros está criando, para além da automatização, a figura do curador de conteúdo. Esse profissional é responsável pela seleção de temas e informações que serão apresentados a cada público. Dessa forma, se garante a oferta de conteúdo relevante e apropriado para diferentes grupos de consumidores.

2. Micromomentos: a decisão no aqui-agora

A Google tem sinalizado, já há algum tempo, a importância dos micromomentos. Em uma rotina sempre mais e mais ágil, a decisão de compra do consumidor se dá no agora. “Eu quero ir”, “eu quero comprar”, “eu quero comer”. É a busca rápida feita no smartphone que faz com que o usuário faça essa ou aquela escolha. Instantes específicos da jornada de compra que devem ser o alvo de quem quer vender.

Incorporar ferramentas de geolocalização e manter a consistência entre os diversos canais são medidas eficazes para captar esse consumidor apressado. Ele está na calçada, buscando o restaurante que vai preferir a partir das resenhas que obtiver no app. Ele está dentro da sua loja, pesquisando os preços da concorrência. Como já dissemos aqui, é fundamental estabelecer uma estratégia de relacionamento com o omniconsumidor de comunicação constante em diferentes plataformas.

3. Áudio e vídeo: o consumidor quer ver, falar e ouvir

Ano vem, ano vai, e continuamos assistindo a vídeos de gatinhos. A força da imagem em movimento na rede se amplifica, e os planos de dados já não são mais obstáculo para seu consumo em mobile. Cresce o potencial de compartilhamento dos vídeos, e redes sociais e comunicadores instantâneos são o território para esse avanço. Transmissões ao vivo já conquistaram os usuários do Facebook. Cursos on-line com vídeo-aulas podem ser um canal eficiente de geração de leads e relacionamento com clientes.

O áudio também se destaca, tanto como ferramenta de busca quanto como difusor de conteúdo. Em search marketing, a busca de voz se dissemina por assistentes como Siri e Alexa, devendo alavancar as soluções nesse segmento. A publicidade em áudio pode ser ainda uma boa aposta para 2018, seja em podcasts, seja no Spotify ou no Live Audio do Facebook.

Ah! E fique atento à realidade aumentada. O ano de 2018 deve ser de novidades na área!

Tendências de marketing digital em 2018 exigem atenção aos resultados

4. Inteligência artificial e chatbots: automatizando o marketing digital

O desenvolvimento da inteligência artificial vem oferecendo soluções para diversos setores, e o mesmo se dá em marketing digital. Ainda não é possível definir quais serão os ganhos dessa tecnologia para o setor, mas algumas das vantagens já são visíveis nos chatbots. Reduzir os custos de atendimento ao cliente sem perder a qualidade nos serviços é a promessa da ferramenta, e vale acompanhar o que vem por aí em 2018.

5. A força dos influencers

A propaganda boca a boca é uma das mais antigas e tradicionais ferramentas de marketing. Se a internet e as redes sociais abriram novas possibilidades para essa estratégia, é hora de refinar as ações. Vale lembrar que, para conquistar influencers entre seus clientes, a marca precisa satisfazê-los. Isso muitas vezes ultrapassa os limites do marketing, tratando mesmo da qualidade de produtos e serviços.

Partindo desse pressuposto, os influencers podem ser localizados entre os próprios clientes da marca, o que ajuda a reduzir os investimentos. O marketing de influência está relacionado a credibilidade, confiabilidade e engajamento. Também é possível apostar em figuras públicas que estejam alinhadas à estratégia do negócio. Nesse caso, a tendência é buscar microinfluencers, ou seja, seguindo a estratégia de personalização, associar-se a formadores de opinião que atinjam públicos específicos.

6. A publicidade nativa: um novo patamar no marketing digital

Uma proporção cada vez maior de usuários utiliza ad-blocks (bloqueadores de anúncios). Banners piscantes e janelas pop-up, tradicionais ferramentas do marketing digital, dificultam a navegação e são ainda mais invasivas nos smartphones.

Para que sua mensagem chegue ao consumidor de forma eficiente e amigável, já existem estratégias mais inteligentes. Na publicidade nativa, por exemplo, conteúdos comerciais são apresentados dentro do contexto de conteúdo. Ou seja, um post sobre o novo produto de sua empresa está listado junto a notícias que podem se relacionar com ele. Se insere em canais de conteúdo e o usuário utiliza a informação como preferir, sem se sentir invadido por ela.

A tática é disponibilizar a informação na hora em que o consumidor quer e precisa. No entanto, atenção: a publicidade nativa não tem foco na venda imediata. Ela é útil para criar engajamento com a marca, fornecendo dados para compras futuras.

7. Business intelligence é a maneira mais confiável de gerar resultados

Como destacamos no início, quaisquer investimentos em marketing digital precisam ser justificados a partir de resultados palpáveis. A tecnologia e o Big Data já nos permitem conhecer de forma ampla o consumidor, acompanhando sua jornada de compra e suas preferências. No entanto, um dos grandes desafios do setor tem sido selecionar e interpretar tantas informações.

Para conhecer o cliente, é preciso focar nos dados corretos a serem coletados e processados. Saber “tudo” nem sempre é saber muito. O encurtamento da jornada de compra e as decisões instantâneas exigem das empresas relacionamento com o cliente em tempo real, e isso só é possível com ferramentas eficientes de business intelligence. O cruzamento de dados externos com CRM podem alavancar a comunicação com o consumidor, favorecendo a personalização que é característica dessa era.

Nós ajudamos você a alcançar a excelência operacional no marketing digital. Fale com a gente e siga nossos posts no Facebook.

Edição: Svendla Chaves – jornalista

Imagens: Photo Mix e Diego Velázquez/Pixabay

Conquiste a
Excelência Operacional

E-book:
Digital Transformation

BAIXE AGORA

About Otávio Monsanto de Paula

Profissional de Excelência Operacional e Business Intelligence! Blog: Excelência em Pauta.com.br
Like
Like Love Haha Wow Sad Angry

1
Deixe um comentário

avatar
1 Comment threads
0 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
0 Comment authors
Cultura de BI: em que estágio sua empresa está? - Excelência em Pauta Recent comment authors
newest oldest most voted
trackback

[…] empreendimento tem, hoje, alguma atividade de BI, seja via CRM, ERP ou mesmo em projetos de marketing digital. Muitos executivos de vendas operam com planilhas de Excel, setores contábeis têm seus próprios […]